quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Admito.


Tá bom, eu admito, mesmo não querendo eu ainda te amo.
Mesmo sofrendo eu ainda te amo.
Na verdade eu nunca deixei de amar.
Mesmo quando eu falava que não, algo batia em meu coração e me dava um angustia.
Sempre que me lembro de você eu me arrepio.
Sempre que ouço aquela música me lembro de você.
Sempre que vejo as nossas fotos, nossos bilhetes, eu me lembro do que você me falava e de nossas brincadeiras.
Lembro da flor que você me deu naquela quarta-feira de sol e de te encontrar onde eu nunca ia pensar que você estaria.
Sempre que penso em você, somente em você, meu coração vem a boca e as minhas pernas ficam bambas como duas varas verde.
Não sei o porquê e nem como eu não consigo te esquecer.

Thami.

Ponto de fuga.


Quando a solidão bate, quando a tristeza e o desanimo chegam, eu pego o meu caderno velho, meus fones pretos e meu celular arranhado me sento e escrevo tudo que vier a mente e tudo o que meu coração sente.
Parece que funciona, é a minha válvula de escape os meus problemas.
Muitos para fugir desse problema apelam para as drogas, para as “mascaras”, para agressão, mas eu não.
Eu escrevo, isso me acalma, me mostra o meu ponto de paz.
Isso me trás uma mistura de sentimentos bons e ruins.
Não sei se choro ou se sorrio, se mostro a minha angustia ou se finjo que esta tudo bem.
Eu apenas escrevo.

Thami.

Arrepender.


Um dia eu posso ter te desprezado, maltratado até mesmo magoado, mas nunca se esqueça que nesse intervalo eu te amei muito, quis muito o seu bem, quis ter a tua felicidade e ter você ao meu lado.
Quis estar ao teu lado e ao mesmo tempo a milhas de distancia.
Queria que você lembrasse que eu existo e ao mesmo tempo em que você nunca tivesse me conhecido.
Às vezes imagino como seria a minha vida com ou sem você.
Queria ter na lembrança de nos dois dançando ao luar ou sentados na areia vendo o mar.
Queria ter a lembrança de uma vida que eu sonhei ter.

Thami.